Este é o curso mais longo do eixo de educação especial da Valecup e o que cobre o campo inteiro. Ele não se organiza por deficiência, e sim pelas decisões que a escola precisa tomar: como classificar e caracterizar o estudante, o que adaptar no currículo, o que a lei exige, o que a história explica e o que a prática pede.
A primeira unidade trata do conceito de excepcionalidade e da análise da educação especial: a abrangência dos aspectos de classificação dos alunos, a caracterização do estudante, as estratégias educacionais possíveis e os aspectos legais que enquadram tudo isso. A segunda leva a discussão para o currículo — a relação entre educação especial e educação inclusiva, currículo e inclusão, currículo e projeto político-pedagógico, e as práticas curriculares inclusivas.
Duas unidades são dedicadas ao Transtorno do Espectro Autista. A primeira trabalha o TEA como assunto da escola inclusiva, com métodos, acessibilidade e o uso da tecnologia. A segunda foca na contextualização e na inclusão: compreensão do transtorno, intervenções e abordagens educacionais, inclusão escolar do estudante com TEA e as práticas inclusivas que funcionam.
A quinta e a sexta unidades formam o par legislação e história. Você estuda os marcos legais da educação inclusiva no Brasil, as políticas públicas, o direito à educação da pessoa com deficiência e os desafios de implementação; e depois a evolução histórica da educação especial no país, com os movimentos sociais que a empurraram e as perspectivas que continuam em aberto.
As três últimas unidades fecham o percurso pelo lado da prática: a psicomotricidade na educação especial, com o desenvolvimento psicomotor ligado à aprendizagem e as técnicas inclusivas; os distúrbios da aprendizagem, com conceituação, classificação, identificação, intervenção e estratégias pedagógicas; e a educação em direitos humanos, que amarra tudo no compromisso com a igualdade e o respeito à diferença.