A escola inclusiva não se constrói só na sala de aula: depende do currículo, da supervisão, da lei e da relação com a família. Este curso trata dessas frentes juntas, para que o professor entenda o que está sob o controle dele e o que precisa ser combinado com a instituição.
A abertura é pelo currículo. A primeira unidade traz os conceitos e fundamentos da educação especial e inclusiva, o desenvolvimento e a implementação das adaptações curriculares, as práticas curriculares inclusivas e a colaboração entre escola, família e comunidade. Em seguida vem a legislação: os marcos legais brasileiros, as políticas públicas de inclusão escolar, os direitos e garantias do estudante com necessidades especiais e os desafios de tirar tudo isso do papel.
A terceira unidade é dedicada ao Transtorno do Espectro Autista, com as características do quadro, as abordagens educacionais para a inclusão e os métodos e estratégias que funcionam na escola. A quarta e a quinta cobrem o processo educacional inclusivo — identificação, atendimento, práticas e avaliação — e a história da educação especial no Brasil, com os movimentos sociais e os marcos legais que abriram caminho.
As duas unidades seguintes colocam o foco em quem executa. A sexta trata da atuação docente na educação inclusiva: papel e responsabilidades do professor, estratégias de ensino e formação continuada. A sétima trata da supervisão escolar com ênfase em educação inclusiva, com as funções da supervisão, o apoio à implantação das práticas, a formação das equipes e o monitoramento da inclusão.
O curso fecha com as teorias da aprendizagem e a inclusão digital, mostrando quais ferramentas e recursos tecnológicos ampliam a participação do estudante com necessidades especiais, e com uma unidade final que amarra princípios, adaptações, colaboração e avaliação de resultado da inclusão escolar.